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Acredita-se que os primeiros anéis de casamento foram usados no Egito antigo 6000 anos atrás. Naquela época, as anéis eram trançados de cânhamo e o círculo representava a eternidade, o amor sem fim entre o casal. Também foram os egípcios que inventaram a tradição de colocar o anel no dedo anelar da mão esquerda, pois acreditavam que nesse dedo havia uma veia diretamente ligada ao coração.

 

Assim como a maneira de fazer o pedido de casamento mudou ao longo dos anos, o visual do anel de noivado sofreu alterações significativas durante a história: os anéis de noivado rebuscados deram lugar à joias modernas, mas igualmente valiosas.

 

O canal Mode fez uma retrospectiva mostrando a evolução dos anéis de noivado em 100 anos. Confira!

 

Quer entender melhor essa história? Acompanhe.

 

1890-1900: O anel solitário, feito com um único diamante redondo e a estrutura de 6 garras, foi criado por Charles Tiffany. Desde então, tornou-se um clássico dos pedidos de casamento.

 

1900-1920: Com uma estrutura em ouro toda trabalhada, o estilo é característico do período eduardiano, marcado pelo luxo e ostentação.

 

1920-1930: Neste período, os anéis de noivado sofrem forte influência da Art Déco: o diamante central perde o destaque para o trabalho ao redor da coroa e as formas utilizadas na joia são muito simétricas – tendência do cubismo, abstracionismo e a arquitetura Bauhaus.

 

1930-1940:  Neste período, o ouro branco toma o lugar da platina e os filigranas eduardianos retornam como tendência. Pode-se notar a introdução de motivos florais, caracterizados por Cartier. A década ainda foi marcada pela qualidade das gemas, que evoluíram e surgiram nitidamente bem facetadas.

 

1940-1950: O ouro amarelo e rosé aparecem significativamente. Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), houve o racionamento de metais preciosos e, neste período, uma aliança simples era a única opção para algumas noivas. Nesta época, também criou-se o “mito” de que o homem deve gastar algo entre um e dois meses de salário no anel de noivado – “regra” bastante utilizada atualmente entre os norte-americanos. A partir de 1945, a famosa joalheria The Beers lançou a campanha diamonds are forever, consolidando o diamante como o modelo clássico dos anéis de noivado.

 

1950-1960: Anéis com pedras incrustadas nas laterais começam a surgir em 1950. O ouro branco e a platina retornam como os metais mais utilizados na fabricação dos anéis de noivado. O corte preferido para os diamantes é o redondo.

 

1960-1970: Diamantes centrais com cortes diferenciados, até então pouco vistos, aparecem com bastante frequência. Cortes em “degraus” estilo coração, gota e o corte esmeralda – canto mais chanfrado.

 

1970-1980: Neste período, os anéis de noivado ganham formas mais extravagantes, com muitas pedras acessórias, acompanhadas de alianças combinando com o estilo do anel.

 

1980-1990: O diamante central ganha a companhia de pedras laterais estilo baguete – pedras com cortes retangulares, em que os cantos são mais reluzentes. Pedras coloridas começam a ser vistas com mais frequência nos anéis de noivado: rubis, esmeraldas e safiras tornam-se especiais.

 

1990-2000: O corte radiant é um dos formatos preferidos para os diamantes centrais. O estilo baguete retorna com força e é visto com bastante frequência.

 

2000-2010: O corte princesa para diamantes quadrados faz bastante sucesso nesse período. Por suas facetas com enorme capacidade de dispersão da luz, trazem lapidações exclusivas.

 

2010 até o momento: Anéis com diamantes centrais cercados de um halo formado de pedras menores tornam-se populares entre as noivas. Modelos vintage também fazem sucesso.

 

Qual o seu estilo? Clássica ou moderna?

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